EFE | Lisboa

No dia em que completam-se 41 anos da famosa Revolução dos Cravos, Portugal celebrou a efeméride sem grandes fastos apesar do moderado otimismo que gera no país a sua recuperação econômica e de olho nas eleições.

A jornada esteve marcada pelo discurso do chefe do Estado, o conservador Aníbal Cavaco Silva, quem censurou o ambiente de crispação política e criticou aos partidos pela sua incapacidade para alcançar consensos, o que não foi bem recebido entre os grupos de esquerda.

Uma criança com um cravo vermelho, hoje no desfile em Lisboa com motivo do 25 de Abril. EFE
Uma criança com um cravo vermelho, hoje no desfile em Lisboa com motivo do 25 de Abril. EFE

Na rua, milhares de pessoas desfilaram por algumas das principais cidades do país com os tradicionais cravos vermelhos para comemorar o golpe de Estado que acabou, de um dia para outro e sem aviso prévio, com uma ditadura que se prolongava desde fazia 48 anos e que deu passo à chegada da democracia.

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