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Em agosto, Pedro Gómez Aparicio é nomeado diretor-gerente da agência, no lugar de Vicente Gállego.
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Criação do serviço Econômico Comtelsa em parceria com a agência Reuters, com participação de 50% de cada uma.
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A EFE instala seu primeiro aparelho receptor de telefotografia.
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Em fevereiro, o jornalista, escritor e diplomata Manuel Aznar Zubigaray, assume como diretor-gerente.
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Em março, Manuel Aznar deixa a direção da EFE. Cargo que não será preenchido até 1963, período no qual agência é dirigida por um colegiado formado pelo presidente, Jesús Pabón, e pelos mais altos executivos da casa.
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Em janeiro, o jornalista e correspondente internacional, Carlos Sentís é nomeado diretor-gerente.
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Abertura, em Buenos Aires, do primeiro escritório na América.
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No dia 2 de janeiro é inaugurado o serviço de informação internacional da EFE, para distribuição na América latina.
Abertura de delegações em todos os países do continente americano.
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O empresário catalão Miguel Mateu Pla substitui Carlos Sentís na presidência da EFE.
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Manuel Aznar é nomeado presidente da agência, em setembro.
A EFE adquire a agência Fiel.
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Alejandro Armesto é nomeado diretor-gerente.
A EFE inicia serviços informativos reduzidos, em inglês e francês.
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Em novembro, a EFE e importantes meios de comunicação privados da América Latina criam a Agência Centro-Americana de Notícias (ACAN), com sede no Panamá.
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Em fevereiro, José María Alfaro é nomeado presidente da EFE, substituindo a Manuel Aznar, falecido poucos meses antes.
No mês de setembro, Luis Maria Anson assume a presidência e, um pouco depois, em outubro, também é eleito diretor geral da agência.
Edição do primeiro “Manual de estilo da Agência EFE”, para a redação homogênea dos serviços informativos no mundo todo, sob a direção e a assessoria do professor e pesquisador Fernando Lázaro Carreter.
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A Agência EFE transfere sua sede central da rua Ayala, número 5, para a Rua Espronceda, número 32, em Madri.
Todos os serviços informativos passam a usar o nome EFE como marca comercial, até então reservada à informação internacional.
As marcas CIFRA (nacional), CIFRA-GRÁFICA (fotos) e ALFIL (esportes) são extintas.
Criação dos Prêmios EFE de Jornalismo.
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A EFE passa a ser membro com plenos direitos da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP).
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Criação do departamento de espanhol urgente (DEU), com a colaboração do Instituto de Cooperação Ibero-americana e a participação de lingüistas e proeminentes estudiosos da língua, com a missão de zelar pelo uso correto do espanhol nos serviços informativos da Agência.
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Em janeiro, o jornalista Ricardo Utrilla é nomeado presidente-diretor geral da EFE.
Os Prêmios EFE de Jornalismo são substituídos pelos Prêmios Rei da Espanha, em colaboração com o Instituto de Cooperação Ibero-americana. Assinatura de um acordo com a agência Norte-Americana UPI, para impulsionar o departamento de rádio.
Criação dos serviços “Grandes Assinaturas” e “Crônicas do fim do século”, para distribuição de artigos de importantes intelectuais na Espanha e na América Hispânica.
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A EFE se une formalmente à European Pressphoto Agency (EPA), primeira agência de telefotografia européia, com 20% do capital da sociedade.
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A EFE muda seu logotipo.
O jornalista Alfonso Sobrado Palomares é nomeado presidente-diretor-geral.
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Início do serviço EFE Data, primeiro banco de dados de notícias em espanhol.
Criação da Fundação EFE (março), com o objetivo de fomentar a pesquisa, desenvolvimento e estudo da informação e sua tecnologia, bem como a concessão de bolsas para alunos de qualquer área das ciências da informação.
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A EFE começa a distribuir seus serviços informativos via satélites de comunicação, diretamente para seus clientes.
Celebração do 50º.] aniversário da Agência EFE, com uma exposição gráfica itinerante, Efemérides, com fundos do arquivo.
A APM concede o Prêmio Rodríguez Santamaría à EFE, por “pelo trabalho desenvolvido ao longo de seus 50 anos”
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Criação da EFEAGRO e EFECOM, como filiais da EFE.br />
Primeira edição do prêmio Bola de Prata ao melhor jogador de futebol Ibero-americano.
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Início das emissões oficiais de TELETEXTO.
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Criação d a EUROEFE, para informar sobre as atividades da UE.
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A EFE é laureada com o prêmio Príncipe de Astúrias de Comunicação e Humanidades, em reconhecimento por seu trabalho, independência e neutralidade.
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Miguel Ángel Gozalo é nomeado presidente-diretor geral da EFE.
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Começa a funcionar a FOTOTECA (arquivo fotográfico digital).
A Agência EFE e o UNICEF criam, em caráter bianual, os Prêmios Ibero-americanos de Comunicação pelos direitos da infância e da adolescência.
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Início da comercialização via Internet e digitalização dos arquivos gráficos e de imprensa. Início das atividades da Intranet, “Entre nós”
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Lançamento de um serviço em português para o Brasil.
A agência deixa de depender do Patrimônio do estado e passa a fazer parte da Sociedade Estatal de Participações Industriais (SEPI).
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Criação de um centro de edição em Miami, que facilita a adaptação dos conteúdos informativos ao mercado Americano.
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Início das atividades do Serviço Gráfico Internacional (SGI), em parceria com a EPA.
Inauguração da Unidade de Coordenação Multimídia, em Madri.
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Álex Grijelmo é nomeado presidente da Agência EFE.
Criação do Premio Dom Quixote de Jornalismo, decidido e entregue junto com os Prêmios Internacionais de Jornalismo Rei da Espanha.
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A jornalista Lola Álvarez é nomeada Diretora Gerente, tornando-se a primeira mulher a alcançar esse cargo na história da agência.
Nasce a FUNDÉU (Fundação do Espanhol Urgente), fruto de um acordo entre a Agência EFE e o BBVA, que zelará pelo uso correto do idioma nos meios de comunicação públicos espanhóis e dos meios Hispano-americanos interessados em participar do projeto. Esta fundação será presidida por Víctor García de la Concha, diretor da Real Academia Espanhola.
Assinado pela primeira vez um convênio coletivo plurianual (2005-2006-2007).
A filial ACAN-Efe (serviço para a América Central) é integrada na Efe.
Na XXII edição dos Prêmios Internacionais de Jornalismo Rei da Espanha e I do Prêmio Don Quixote, os reis presidiram pela primeira vez a entrega em um ato público, que aconteceu na Casa da América de Madri.
Esta foi uma edição especial na história dos prêmios, que até então eram distribuídos em uma audiência particular no Palácio da Zarzuela.
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A Efe muda seu logotipo.
Por votação dos jornalistas da Casa, é aprovado o primeiro Estatuto de Redação da Agência EFE.
Acréscimo da modalidade jornalismo digital aos Prêmios Internacionais de Jornalismo Rei da Espanha.
Início da comercialização de um novo serviço, A Agenda Digital Mundial. A Agenda Digital mundial pode ser consultada de qualquer computador com acesso à Internet e reunirá as inumeráveis pautas e convocações que chegam ás redações e delegações da EFE, espalhadas pelo mundo todo. Este produto oferece todos os tipos de atividades culturais, esportivas, econômicas, políticas, sociais, etc. tanto a curto, como a médio e longo prazo.
Inauguração do Serviço de notícias em árabe, que terá sua sede no Cairo, com o objetivo de construir pontes, unir vozes e trocar conhecimento, em uma frase: “informar para aproximar culturas, aproximar culturas para unir povos”. A EFE colabora com o serviço árabe da DPA para troca de informações.
Começa a comercialização do produto Canal Efe, destinado a telas para locais públicos e transmitido através de tecnologia ADSL. Trata-se de um serviço de informação contínua que integra texto, foto, áudio e vídeo.
É implementada no serviço internacional em espanhol a figura do “redator-sênior”, que estabelece uma via de promoção profissional e objetiva paralela à linha hierárquica.
Assinado pela primeira vez um convênio coletivo da filial Efe News (Estados Unidos).
A Efe obtém lucro pela primeira vez tanto no resultado individual de exploração como no consolidado, e no resultado total.
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Transferida de Miami para Bogotá a Mesa de Edição, que se torna a Cibermesa das Américas, destinada à integração de diferentes produtos.
Nascem TVEFE Brasil (em português) e TVEFE América (em espanhol), em uma aliança estratégica entre Televisão Espanhola (TVE) e EFE, para criar o primeiro serviço audiovisual de notícias internacionais. Meses depois o produto foi ampliado, com serviços como TVEFE em Árabe e TVEFE International (em inglês).
O presidente da EFE, Álex Grijelmo, é eleito presidente do Conselho Mundial de Agências de Notícias. O Comitê Executivo do órgão é formado por representantes de AP (Estados Unidos), AFP (França), Ansa (Itália), AAP (Austrália), Aliança Europeia de Agências de Notícias (EANA), Federação de Agências Árabes (FANA) e Organização de Agências da região da Ásia-Pacífico (OANA).
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É introduzido o Wikilengua, um espaço aberto que pretende reunir todos os conhecimentos sobre o idioma espanhol. Trata-se de uma iniciativa da Fundéu (Fundação do Espanhol Urgente), apoiada pela agência EFE e o banco BBVA.
É realizado em Madri, com co-organização da Agência EFE, a 64ª Assembleia Geral da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP).
EFE e Dow Jones lançam um novo serviço conjunto de notícias econômicas e financeiras em espanhol, EFE-Dow Jones, dirigido a profissionais, investidores, empresas, instituições e meios de comunicação. Conta com equipe de jornalistas especializados em economia, operando a partir de Madri.
EFE lança serviço TVEFE Espanha e TVEFE Internacional para a Espanha.
É publicado o livro "La sonrisa urgente" ("O sorriso urgente", em tradução livre), que conta histórias divertidas escritas pelos profissionais da agência e é ilustrado com fotos anedóticas do arquivo da Efe.
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A EFE comemora seu 70º aniversário consolidada como a quarta maior agência do mundo e a primeira em espanhol, com rede de 3 mil jornalistas que divulgam informação diária a mais de 2 mil clientes em formatos de texto, foto, vídeo, áudio e produtos multimídia.
É aberta a primeira delegação permanente da EFE em Teerã, para atender à crescente demanda por informações do Irã.
Nasce o serviço de notícias "EFE-Galícia em galego", que se une aos elaborados pelos profissionais da EFE em português, castelhano, catalão, árabe e inglês e mostra o compromisso da agência de informar a partir de uma perspectiva multilíngue.
É regularizada a rede de correspondentes na Espanha para sua adaptação à Lei do Trabalho Autônomo (LETA, em espanhol).
A Audiência Nacional consagra com uma sentença a nova organização multimídia da Efe.
Os departamentos de Esportes e de Cultura começam a funcionar na sede central como redações integradas multimídia, primeiro passo para a reorganização no sistema de "rodízio".
A direção da Efe elabora o projeto de plano estratégico 2010-2013.
São assinados os acordos com a imobiliária Infoinvest para a mudança para um novo edifício central em 2012. O prédio estará situado no bairro de Nuevo Vallecas, na capital espanhola.
A sede da Efe em Barcelona se transfere para a rua Roc Boronat, para compartilhar o edifício com a Rádio Nacional da Espanha. Esta ação faz parte de um acordo global com a RTVE para o uso comum de imóveis em distintas províncias espanholas.
A Agência Efe e Edicions 62 editam "Efe 20 anys de notícies en català" (Efe 20 anos de notícia em catalão, em tradução livre), um livro que, por ocasião do 20º aniversário do atual serviço em catalão, mostra os principais eventos da Catalunha neste período através de uma centena de fotografias. Previamente, a Efe tinha contado com um serviço em catalão entre os anos 1978 e 1983.
É assinado um acordo de colaboração com a Agência Catalã de Notícias (ACN) para o uso de seus vídeos com vistas ao mercado da América.
Acontece a reestruturação do Mapa de Delegações na Espanha, com a abertura de escritórios permanentes em Cádiz, Gerona e Tarragona. Esta reorganização será concluída em 2010 com a abertura de novos escritórios.
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Início dos trabalhos das mesas de edição integradas em Barcelona e Sevilha
Projeto do novo edifício é aprovado pelo Colégio Oficial de Arquitetos
Nasce www.efeverde.com, a voz do meio ambiente da EFE
Aberto um escritório em Bangcoc para fortalecer a presença na Ásia.
A Sepi aprova o plano estratégico da EFE elaborado pela direção.
A EFE inaugura novos escritórios permanentes em Almería, La Coruña e Lleida
A Corte Suprema aprova o uso de minicâmeras pelos jornalistas da EFE, o que permite coberturas multimídia em todo o mundo.
A "CNN" em espanhol contrata os serviços multimídia da EFE.
Os trabalhadores da EFE aceitam uma redução salarial que garante o emprego na agência durante dois anos.
O Tribunal Supremo aprova a reorganização da EFE em redações integradas multimídia.
O Cervantes, a EFE e a Fundação da Língua criam a página "Pratique espanhol com a EFE".
A EFE e a rede multinacional Sol Meliá assinam um acordo para a instalação do Canal EFE em seus hotéis
Álex Grijelmo preside o III Congresso Mundial de Agências em Bariloche (Argentina), no qual foram analisadas as mudanças no mercado da comunicação
A EFE promove um pacto antipirataria no Congresso Mundial de Agências.
As Agências Efe e France Presse firmam um acordo para defender a propriedade intelectual e lutar contra o uso ilegal de suas notícias em quaisquer formatos.
Criadas a Direção Audiovisual (que aglutina os departamentos de Rádio e de Televisão) e a Unidade de Gestão de Produtos Sob Demanda.
Convocada a licitação de obras para a nova sede central da EFE.
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José Antonio Vera é nomeado presidente da EFE.
O novo presidente designa Alfredo Aycart como diretor de Informação e Ignacio Sanz como diretor Gerente da EFE.
São inaugurados os EFE:encontros, uma iniciativa com o propósito de reunir na Agência Efe, em Madrid, personalidades do mundo político, cultural, social e empresarial.
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