EFEParis

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) vê sinais negativos sobre as perspectivas de evolução da economia brasileira, com base em seus indicadores compostos avançados, que vêm caindo desde o início do ano.

Em junho, este indicador que aponta antecipadamente inflexões no ciclo econômico, caiu 21 pontos, para 102,50 e foi o sexto mês consecutivo de queda, apontou o relatório da OCDE divulgado nesta segunda-feira.

O Brasil foi o único dos principais países emergentes para o qual preparou esta estatística em que diminuiu, embora seja, no entanto, o que tem o nível mais alto (102,50 pontos), acima do nível 100 que marca a média de duração.

Os indicadores da Rússia e da China, ao contrário, apontam para um aumento da taxa de crescimento, e em bases regulares, com aumentos em junho, respectivamente, de 33 e 19 centésimos.

A OCDE insiste que embora alguns países estejam suspendendo as restrições por conta da covid-19 à medida que as campanhas de vacinação avançam, as incertezas persistentes podem continuar gerando flutuações mais importantes do que o normal em seus indicadores, por isso devem ser interpretadas com cautela.