EFEAssunção

Presos há um mês no Paraguai, onde são acusados de terem usado passaportes falsos para entrar no país, Ronaldinho Gaúcho e seu irmão e empresário, Assis, serão transferidos para o regime de prisão domiciliar, mas não poderão voltar ao Brasil.

Nesta terça-feira, em audiência no Palácio da Justiça de Assunção, o juiz criminal de garantias Gustavo Amarilla aceitou que os irmãos paguem uma fiança de US$ 1,6 milhão para deixar o Grupamento Especializado da Polícia Nacional, onde estão presos.

Os dois terão que cumprir a medida em um hotel da capital do Paraguai e ficarão sob vigilância policial.