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O presidente do Peru, Martín Vizcarra, foi mais um a manifestar insatisfação com o árbitro chileno Julio Bascuñán, após a derrota da seleção do país para a brasileira por 4 a 2, nesta terça-feira, pela segunda rodada das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022.

"Acredito que uma equipe como o Brasil não precisa da ajuda da arbitragem para desequilibrar um jogo", disse o mandatário, no Palácio do Governo, em Lima, durante a inauguração do Conselho Nacional de Saúde Mental do país.

Vizcarra garantiu ter ficado indignado "como torcedor e como cidadão" pela atuação do árbitro. Desde ontem, no gramado, e também fora das quatro linhas, os peruanos reclamaram da marcação de dois pênaltis a favor dos pentacampeões mundiais.

Neymar foi o responsável por converter as duas cobranças e ainda marcou mais uma vez. O também atacante Richarlison foi o outro goleador brasileiro na noite.

Desde o término da partida, circula nas redes sociais, uma petição online contra Bascuñán, que até o início da tarde de hoje teve 300 mil assinaturas.

A iniciativa foi colocada no ar pouco depois da partida e, em três horas, já tinha mais de 180 mil adesões.

A petição também chegou a ser compartilhada pelo cientista político e ex-chefe do Escritório Nacional de Processos Eleitorais do Peru (Onpe) Fernando Tuesta, que não escondeu a irritação com a atuação do árbitro.