EFEIstra (Moscou)

O zagueiro francês Samuel Umtiti afirmou que seus companheiros sabem que foram muito "mal na final da Eurocopa 2016" no duelo contra Portugal e apontou que o time sabe como evitar que essa situação se repita na final da Copa do Mundo da Rússia, que será disputada no domingo entre França e Croácia.

"Sabemos que fomos muito mal nessa final e também sabemos o que devemos fazer para evitar que se repita", ressaltou o zagueiro do Barcelona em entrevista coletiva realizada na quinta-feira na cidade de Istra.

Herói da semifinal diante da seleção belga ao marcar o único gol da partida, Samuel Umtiti confessou que a equipe se sente capaz de ganhar o segundo título mundial na história da França.

E exatamente hoje é comemorado o 20° aniversário do título do Mundial de 1998, no qual o conjunto francês foi anfitrião e bateu o poderoso Brasil na final.

Para conquistar tão sonhado título, Samuel Umtiti considerou fundamental marcar muito bem os meias croatas Luka Modric e Ivan Rakitic.

"São dois jogadores muitos bons", "dois fenômenos", "os melhores do mundo em suas posições", ressaltou. "Não devemos deixar que joguem porque se não tudo será mais fácil para eles", disse.

Além disso, Umtiti elogiou o zagueiro do Liverpool Dejan Lovren, que foi descrito como "um zagueiro muito completo", com uma grande trajetória" como profissional.

Porém, apesar de grandes nomes no time croata, Umtiti disse que acredita em sua equipe, porque "derrotamos algumas das melhores equipes do mundo".

Argentina, Uruguai e Bélgica foram os rivais da seleção francesa nas oitavas, quartas e semifinais, após uma primeira fase de grupos na qual enfrentou Austrália, Peru e Dinamarca.

"Nas três últimas partidas, encontramos com alguns dos melhores jogadores do mundo, mas nessas mesma categorias estão muitos jogadores croatas. Acho que formam uma grande equipe, portanto teremos que competir com seriedade", disse.

Por esta razão, Samuel Umtiti descartou que a seleção seja favorita para a partida dee domingo no estádio moscovita de Luzhniki. "Não queremos essa pressão sobre nós", sentenciou.