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A taxa de desemprego no Chile aumentou no primeiro trimestre em 0,1% em relação ao período dos três meses anteriores, ficando em 10,4% em meio à segunda onda da pandemia de covid-19, informou o Instituto Nacional de Estatísticas (INE) nesta sexta-feira.

Já na comparação com o primeiro trimestre de 2020, que marcou o início da pandemia, a alta foi de 2,2%.

Apesar de expressiva, a taxa de 10,4% está bem abaixo do recorde negativo estabelecido em julho do ano passado, que foi de 13,1%.

Com mais de 1,1 milhão de pessoas infectadas e mais de 26 mil mortes desde o início da crise sanitária, o Chile está sendo atingido com força pela segunda onda de contágios por covid-19, que saturou hospitais e forçou 90% da população a cumprir quarentena.

A crise sanitária fez com que a economia do Chile caísse 5,8% em 2020 - a pior queda em quatro décadas - e, embora os dados preliminares de fevereiro deste ano tenham mostrado um tombo adicional (-2,2%), o Banco Central estima um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2021 de 6% a 7%.