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As escolas na Coreia do Sul começaram nesta quarta-feira (data local) uma reabertura gradual em meio a sinais de controle progressivo da propagação da pandemia do novo coronavírus, iniciada com alunos do ensino médio e que será expandida aos poucos, em um processo que durará até 8 de junho.

O ano letivo no país asiático deveria ter começado em 2 de março, mas o reinício das aulas foi adiado para 13 de maio e, em função de um novo surto de em Seul, foi remarcado para esta quarta.

Entretanto, desde 9 de abril, a Coreia do Sul iniciou um sistema de ensino via internet e televisão, como medida temporária, antes do início do novo ano letivo.

Embora apenas os alunos do ensino médio tenham sido admitidos nas escolas hoje, as instituições de ensino com menos de 60 alunos têm permissão para admitir crianças e jovens de todas as faixas etárias.

No entanto, o início do ano letivo é realizado de acordo com um protocolo estabelecido pelas autoridades para evitar maior contágio. As regras, que foram anunciadas nesta terça pelo Ministério da Educação, incluem um check-up diário do estado físico dos estudantes e a permanência em casa caso estejam doentes.

Também é obrigatório limpar mesas antes do início das aulas, ventilar salas com janelas abertas, usar máscaras o tempo todo, exceto durante o almoço, e lavar as mãos por 30 segundos.

"Sei que este não é um caminho fácil, mas temos de segui-lo, pois não está claro quando a pandemia de Covid-19 pode acabar", declarou o Ministro da Educação sul-coreano, Yoo Eun-hae, segundo a agência de notícias local "Yonhap".

A Coréia do Sul, um dos primeiros países afetados pelo novo coronavírus, registrou até agora 11.110 casos de infecção pelo vírus SARS-CoV-2 e 263 mortes, enquanto 10.066 pessoas já se curaram da doença. Nas últimas 24 horas, de acordo com dados oficiais, não houve óbitos e apenas 32 novos contágios foram relatados. EFE

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