EFECidade do Panamá

A Copa Airlines pretende operar até 40% de sua capacidade de voos até o final deste ano, que foi muito afetada por causa da pandemia do novo coronavírus, disse nesta quarta-feira o presidente da companhia aérea panamenha, Pedro Heilbron.

"Em julho estaríamos operando com 10% de capacidade, e esperamos estar perto de 40% até dezembro", disse.

Essa previsão de operações será possível se o Panamá revogar a suspensão dos voos internacionais - em vigor desde 22 de março - em 23 de junho, conforme estabelecido na segunda prorrogação aprovada pelo governo no âmbito da estratégia de conter a propagação da Covid-19. Antes da pandemia, a Copa tinha voos para 80 cidades das

"Espero que todas as rotas sejam mantidas", afirmou Heilbron.

Em entrevista ao jornal panamenho "La Prensa", ele comentou os planos da Copa para a frota de cerca de 100 aeronaves, que agora estão "todas em solo".

"Estamos falando de 30 aeronaves que definitivamente não vão mais voar pela Copa", 14 Embraer e 16 Boeing 737-700, e vamos deixar um número maior de Boeings 737-800 em terra, porque agora é impossível vendê-los", contou.

A Copa está negociando com a Boeing "para analisar a flexibilidade nas datas de entrega" para 71 aviões 737 MAX encomendados pela empresa panamenha em 2015, dos quais seis foram recebidos entre 2018 e 2019. EFE

gf/id