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O britânico Bernie Ecclestone, antigo CEO da Formula One Management e da Formula One Administration, garantiu, em entrevista veiculada nesta quinta-feira, que aceitaria levar um tiro pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin.

"Receberia uma bala por Putin", disse o dirigente, que deixou o circo da Fórmula 1 em 2017, quando a Liberty Media assumiu o controle acionário da categoria.

Na entrevista exibida pela emissora britânica "ITV", Ecclestone fez uma defesa do que o governo russo batizou de "operação especial militar" na Ucrânia, iniciada em 24 de fevereiro.

"O que Putin está fazendo, é o que acredita ser correto para a Rússia. É um homem de negócios, como eu, e, às vezes, cometemos erros. Quando você comete um erro, tem que tentar corrigi-lo e tirar o melhor deles", afirmou.

Além disso, na entrevista, Ecclestone criticou o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

"Essa pessoa na Ucrânia, acho que era um humorista, e pelo que vejo, quer seguir sendo um", avaliou.

A Fórmula 1 se manifestou sobre as declarações de Ecclestone, destacando que o britânico não tem ligação com a categoria desde 2017, e que manifestou apenas "suas opiniões", que, segundo a categoria, "contrastam com os valores modernos do esporte". EFE