EFEAmã

As autoridades da Jordânia anunciaram nesta terça-feira que proibirão a entrada de turistas espanhóis, alemães e franceses para impedir a propagação do coronavírus no país árabe, que recebe um grande número de visitantes, especialmente interessados no famoso sítio arqueológico de Petra.

O ministro da Saúde, Saad Yaber, anunciou em entrevista coletiva que a proibição entrará em vigor na próxima segunda-feira.

O governo jordaniano também proibiu seus cidadãos de viajar para esses três países europeus, além da Síria e Líbano.

Como parte das medidas adotadas para limitar a propagação do vírus no reino Hachemita, as viagens marítimas entre a Jordânia e Egito também foram suspensas, e os voos de e para o Egito foram reduzidos em 50%.

A Jordânia também decidiu fechar as passagens de fronteira terrestre com Israel e os territórios palestinos ocupados, e a travessia de Karameh com o Iraque, e limitar a viagem de seus cidadãos para este último país através dos aeroportos de Bagdá e Erbil.

Na entrevista coletiva, Yaber informou que as autoridades proibiram um navio com 700 pessoas a bordo, vindo da Itália, de entrar no porto de Aqaba, no Mar Vermelho, porque seu período de permanência foi inferior aos 14 dias de quarentena estabelecidos para o coronavírus.

O ministro destacou que o único jordaniano afetado pela Covid-19, que contraiu na Itália antes de retornar ao seu país, está em fase de recuperação.