EFEChristchurch (Nova Zelândia)

Onze pessoas permanecem internadas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em um hospital da Nova Zelândia, no dia seguinte ao atentado contra duas mesquitas de Christchurch, que deixou 49 mortos, disse neste sábado a primeira-ministra, Jacinda Ardern.

No total, 39 pessoas permanecem hospitalizadas após o ataque, incluindo duas crianças menores de 2 anos e 13 anos, embora a maioria seja de homens entre 30 e 40 anos que sofreram múltiplos ferimentos a bala, afirmou Ardern, durante entrevista coletiva.

A primeira-ministra disse que está trabalhando para identificar todos os mortos e espera que isso aconteça antes do fim do dia, para que possam devolvê-los às suas famílias.

"Nosso foco agora é garantir que o processo fúnebre seja consistente com a fé muçulmana. Além de atender a estas circunstâncias sem precedentes e as obrigações da perícia", disse.

Entre os mortos estão pessoas da Jordânia, Índia, Paquistão, Bangladesh e Síria, afirmou a primeira-ministra, que visitou membros da comunidade muçulmana de Christchurch, garantindo apoio de seu governo além do ataque.

"Nossa demonstração de solidariedade não se limita ao aqui e agora. A Nova Zelândia é o lugar que todos queremos por sua abrangência, diversidade e pego como missão pessoal, como primeira-ministra, defendê-la enquanto estiver no cargo", disse Ardern durante a visita.