EFEWashington

Um ato de homenagem aos 184 vítimas do atentado contra o Pentágono realizado em 11 de setembro de 2011 aconteceu neste sábado nos Estados Unidos, e acabou sendo dedicado também aos 2.461 soldados que morreram no Afeganistão, durante 20 anos de guerra no país asiático.

O secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, e o chefe do Estado Maior americano, Mark Milley, discursaram na solenidade celebrada diante do edifício de Arlington, no estado da Virginia, onde aconteceu um dos múltiplos ataques da Al-Qaeda.

"Como secretário de Defesa e veterano da guerra do Afeganistão, me permitam destacar de novo o quanto devemos a todos que lutaram e caíram, servindo a nosso país no Afeganistão", disse Austin.

O atual comandante do Pentágono, inclusive, fez menção aos 13 soldados mortos em recente atentado realizado no aeroporto de Cabul, durante as operações de evacuação do país.

Austin ainda recordou as vítimas de todos os demais ataques de 11 de setembro de 2001, contra as Torres Gêmeas e a derrubada de um avião em um campo no estado da Pensilvânia.

"É nossa responsabilidade relembrar. E é nosso dever defender nossa democracia", afirmou o secretário de Defesa dos EUA.

Milley também destacou no discurso os 2.4161 militares que perderam a vida no Afeganistão durante 20 anos de conflito, iniciados com "aquele obscuro dia", conforme definiu o 11 de setembro.

"Os Estados Unidos lutaram sem descanso para derrotar o terrorismo", afirmou o chefe do Estado Maior americano, garantindo não se referir apenas ao Afeganistão

Além disso, Milley ainda garantiu que as forças de segurança dos EUA e as agências de inteligência no país seguem trabalhando para garantir a proteção de novos ataques terroristas. EFE

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