EFENova Delhi

O presidente da República, Jair Bolsonaro, desembarcou nesta sexta-feira em Nova Delhi para iniciar uma intensa visita oficial de quatro dias à Índia, onde além de realizar várias reuniões com o primeiro-ministro Narendra Modi, desenvolverá uma agenda de caráter econômico.

Bolsonaro, que viaja acompanhado de sua esposa Michelle, aterrissou na base aérea de Palam, na capital indiana, onde foi recebido pelo vice-ministro das Relações Exteriores, V. Muraleedharan.

Em sua primeira visita de Estado à Índia desde que chegou ao poder há um ano, Bolsonaro será o principal convidado neste domingo nas comemorações e no desfile militar do 71º Dia da República, que comemora a aprovação da Constituição indiana.

O presidente começará sua agenda oficial amanhã com a recepção oficial no palácio presidencial de Rashtrapati Bhavan e a tradicional oferta floral que todos os líderes estrangeiros fazem quando chegam ao país no memorial de Mahatma Gandhi, pai da nação.

Tudo isso depois da realização do encontro com o chanceler indiano, Subrahmanyam Jaishankar, e antes de seu primeira reunião bilateral com Modi, que será realizada primeiro entre os dois mandatários e depois ampliada com vários ministros, sete deles do gabinete de Bolsonaro.

Em seguida, Bolsonaro e Modi farão uma declaração conjunta à imprensa.

Nesse mesmo dia, o presidente será recebido pelo chefe de Estado indiano, Ram Nath Kovind, que oferecerá um banquete oficial em homenagem ao convidado.

Já no domingo, ele participará como convidado principal e, juntamente com Modi, das comemorações do Dia da República e assistirá à demonstração do poder militar da Índia.

No dia seguinte, abrirá o Fórum Empresarial Índia-Brasil, no qual participarão autoridades e empresários dos dois países, onde esperam assinar pelo menos 15 acordos, principalmente econômicos, incluindo um de investimento e dois acordos para facilitar o intercâmbio de petróleo e gás e biocombustíveis.

Nesse mesmo dia, Bolsonaro fará uma rápida visita à histórica cidade de Agra, onde está localizado o Taj Mahal, e depois retorna a Brasília. EFE

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