EFEBuenos Aires

O presidente da Argentina, Alberto Fernandez, decretou três dias de luto oficial pela morte de Diego Maradona, ocorrida nesta quarta-feira.

"Por ocasião da morte de Diego Armando Maradona, o presidente da Nação decretará três dias de luto nacional a partir de hoje", informou a Presidência da Argentina em um breve comunicado.

Pouco tempo depois, o próprio governante manifestou gratidão no Twitter pela "felicidade" que a estrela do futebol proporcionou aos argentinos.

"Você nos levou para o topo do mundo. Você nos fez imensamente felizes. Você foi o maior de todos. Obrigado por ter existido, Diego. Vamos sentir sua falta a vida toda", escreveu Fernandez, que também publicou uma foto na qual ele aparece abraçando Maradona.

Cristina Kirchner, ex-presidente e atual vice, manifestou tristeza pela morte do ex-craque, que tinha 60 anos.

"Muita tristeza... Muito triste. Um dos grandes se foi. Adeus Diego, te amamos muito. Eu abraço enormemente sua família e seus entes queridos", disse a ex-presidente no Twitter.

Maior ídolo da história do futebol argentino e campeão mundial com a seleção 'albiceleste' em 1986, Maradona morreu nesta quarta-feira em sua residência na província de Buenos Aires.

No início de novembro, o eterno camisa 10, então técnico do Gimnasia La Plata, ficou internado em um hospital de Buenos Aires por dez dias por anemia, desidratação e uma "baixa anímica", mas quando foi examinado, foi diagnosticado um hematoma subdural, e por isso ele foi submetido a uma cirurgia.

Dias depois, Maradona teve "alguns episódios de confusão", que os médicos "associaram" a "um quadro de abstinência".