EFEParis

O atacante Kylian Mbappé admitiu nesta segunda-feira que o presidente da França, Emmanuel Macron, foi um dos que o ajudou a decidir pela permanência no Paris Saint-Germain, que foi anunciada oficialmente dois dias atrás.

"Claro que nos falamos. Me deu bons conselhos. Atualmente, quando você é uma figura nacional, tem direitos, mas também deveres. Sempre quis ter responsabilidades, agora que as tenho, não vou deixar para trás", disse o jovem jogador, em entrevista à emissora local "BFM TV".

Mbappé explicou que comunicou ao presidente da França sobre a decisão de seguir no Paris Saint-Germain, depois de novela de meses, que envolveu também o Real Madrid, que estava interessado em contratá-lo.

"Ele me disse que estava muito feliz, que é uma boa notícia para o país. Só houve um telefonema. Sinto muito respeito por ele, mas não tomei essa decisão porque me pediu, mas sim, foi um ponto entre outros", detalhou o atacante.

Mais cedo, Mbappé afirmou, em entrevista coletiva, que tomou na semana passada a decisão de seguir no Paris Saint-Germain e que seguiu o desejo de se manter no país natal, convencido de que o clube pode seguir conquistando títulos.

"Sou da França, um país em que quero viver, envelhecer, seguir até o fim da minha carreira. Havia um lado sentimental", explicou o atacante, na primeira aparição após a renovação de contrato.

À "BFM TV", o jogador, inclusive, negou que tinha firmado um acordo anterior com o Real Madrid, apenas discutido pontos de um contrato com o clube espanhol. EFE