EFEGenebra

O número de vítimas da Covid-19 desde o início da pandemia ultrapassou a marca de 19,4 milhões, embora a curva de infecção diária desta semana pareça mostrar alguma desaceleração, após dois meses de rápido crescimento da pandemia, de acordo com dados confirmados neste domingo pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Na ausência dos resultados de hoje, nos últimos dois dias foram registrados 280 mil casos diários, quando há uma semana atingiam 300 mil (desde junho os números mais elevados costumam ocorrer nos finais de semana).

Isso significa que a curva descendente que a pandemia apresentou nos últimos meses mostra uma tendência de queda pela primeira vez desde o início do verão no hemisfério norte e do inverno no sul.

Desde o início da pandemia já foram registradas 722.285 mortes, depois de mais de 6,5 mil terem sido confirmadas no último dia.

O continente americano continua sendo a região mais afetada do planeta, com 10,4 milhões de casos e 385 mil mortes (212 mil na América Latina), enquanto a Europa é a segunda com 3,5 milhões de infecções e 216 mil óbitos.

Eles são seguidos pelo sul da Ásia (2,5 milhões de casos), Oriente Médio (1,6 milhão), África (884 mil) e Ásia Oriental, que apesar de ser a região de origem da pandemia, na cidade de Wuhan (China), é a menos afetada com 365 mil infecções.

Os Estados Unidos continuam sendo o país mais afetado do mundo - com 4,8 milhões de casos de acordo com dados da OMS (mais de 5 milhões, de acordo com a Universidade Johns Hopkins) e 159 mil mortes - seguido pelo Brasil com quase três milhões de infecções e 100 mil mortos.

Os números das autoridades nacionais de saúde, não compilados pela OMS, indicam que 12,7 milhões de pessoas, quase dois terços do total, já se recuperaram da doença, enquanto 1% das pessoas ainda doentes (64 mil de 6,3 milhões) estão em estado grave ou crítico.