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O governo da Rússia negou qualquer ligação com os misteriosos problemas de saúde que passaram a ser chamados de "Síndrome de Havana" e que afetam diplomatas e espiões dos Estados Unidos, depois de uma manifestação da CIA sobre o assunto.

"Rechaçamos profundamente qualquer insinuação, suposição ou declaração sobre a suposta participação da parte russa nesses casos. Não temos nada a ver com isso", afirmou o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, em entrevista coletiva diária.