Londres, 17 ago (EFE). - O Parlamento do Reino Unidos precisou aumentar os gastos para combater os ratos que passeiam pelo Palácio de Westminster, conforme revela a imprensa britânica nesta quinta-feira, depois que determinou que os deputados não podem levar os seus gatos tratar do problema.

O valor destinado subiu 130 mil libras (R$ 530 mil), alcançando uma cifra recorde. O valor incluirá mais de 1.700 armadilhas e a contratação de um técnico especializado em uma questão que afeta muitas casas no Reino Unido.

Esta não é a primeira vez que ratos são vistos pelas Câmaras dos Comuns e dos Lordes e o fato de os roedores terem aparecido foi o que fez os parlamentares decidirem por contra própria levar seus próprios gatos para essa missão.

A parlamentar conservadora Penny Mordaunt foi a primeira a colocar em prática a ideia, ao levar Titania para cuidar da desagradável situação. Pouco depois, órgão proibiu o acesso de animais e informou que só seriam permitidos os cães-guias e os cachorros da segurança do Palácio. O motivo seria o conforto "do animal, dos membros do Parlamento e dos visitantes".

No entanto, a existência de diferente pragas foi aumentando e só neste ano 217 ratos e mais de 1 milhão de traças já foram contabilizados. Entre 2015 e 2016, o orçamento para acabar com as pragas foi de 103 mil libras (R$ 420 mil) e falcões e técnicos especializados foram utilizados.