EFESan Francisco (EUA.)

A companhia Facebook, proprietária do Instagram e do Whatsapp, garantiu nesta terça-feira que eliminou centenas de milhares de peças falsas de informação sobre a Covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus.

A empresa do setor de tecnologia publicou hoje o informe periódico sobre o cumprimento de normas comunitárias, que conta com dados relativos a atuação durante a pandemia.

Além da eliminação de centenas de milhares de informações falsas, como sobre supostas curas para a Covid-19 ou artigos que minimizavam os riscos do novo coronavírus, o Facebook revelou ter suprimido 2,5 milhões de mensagens de venda irregular de itens de proteção, como máscaras, lenços desinfetantes, entre outros.

Além disso, apenas no mês de abril, foram identificados com sinal de alerta dúvida sobre a veracidade outros 50 milhões de conteúdos relativos à Covid-19.

Segundo o Facebook, este tipo de sinalização é eficiente, já que quando alguma postagem é indicada como duvidosa, em 95% das vezes, as pessoas deixam de clicá-la.

Ainda de acordo com a companhia, 2 bilhões de pessoas em todo o mundo puderam acessar recursos criados por autoridades sanitárias, através do centro de informação e mensagens no Facebook e Instagram.

Ainda no relatório de hoje, o Facebook aponta ter deletado, entre janeiro e março deste ano, 1,7 bilhão de contas falsas, quase 10 milhões de conteúdos de incitação ao ódio, 40 milhões de conteúdos sexuais explícitos ou de nudez, 25,5 milhões de mensagens com violência gráfica, e 2,3 milhões de mensagens de assédio.

MUDANÇAS NO TWITTER.

A pandemia da Covid-19 aumentou a pressão política e social sobre as plataformas de rede social, para que haja uma moderação constante sobre os conteúdos compartilhados por usuários, evitando assim a propagação de notícias falsas e teorias de conspiração.

Também nesta terça-feira, o Twitter anunciou que começará a alertas os usuários sobre informações que considera enganosas sobre a doença provocada pelo novo coronavírus, inserindo um aviso ou então, em casos mais graves, as ocultando e até as eliminando. EFE

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