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O Tribunal de Crimes Menores de Tanta, no sul do Egito, condenou uma jovem a três anos de prisão e a pagar multa de US$ 18,75 mil (R$ 96,3 mil), por "incitar a libertinagem", através do aplicativo TikTok.

Esta é a terceira vez na semana que uma usuária do 'app' senta no banco dos réus e é sentenciada sob acusação semelhante.

Hoje, a condenada foi Manar Samy, que havia sido presa em 1º de julho, após ter sido denunciada pela Promotoria Geral egípcia, que considerou que com os vídeos que postava no TikTok, ela pretendia "chamar a atenção e ganhar dinheiro".

O juiz do caso, ao anunciar a sentença, ainda determinou uma fiança de US$ 1,25 mil (R$ 6,4 mil), que será paga, segundo o advogado da 'influencer', que lamentou o fato da cliente não poder ter contato com a filha.

Samy é a terceira das chamadas "garotas do TikTok" a ser condenada nesta semana, depois que diversas usuárias de aplicativos populares foram detidas desde março deste ano.

Entre as acusações impostas a Haneen Hossam e Mawada al Adham, também condenadas no Egito, estão a incitação à libertinagem, cometimento de atos imorais e ofensa aos valores familiares do país. EFE

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