EFE

Lisboa

"Aquaman 2" irá refletir os danos causados pela poluição e pelo aquecimento global dos oceanos numa altura em que é preciso uma "mudança", anunciou em Lisboa o ator americano Jason Momoa, que a partir de hoje é o novo defensor da vida debaixo de água das Nações Unidas.

Numa antevisão da sequela deste filme de super-heróis, prevista para 2023, o ator, que interpreta Aquaman, explicou que o filme mostrará o impacto da poluição numa realidade acelerada em que "não há alienígenas, não é outro mundo, é aqui".

Acérrimo defensor da reciclagem e da limitação do uso de plásticos, Momoa fez estas observações após ter sido nomeado Defensor da vida debaixo de água do Programa das Nações Unidas para o Ambiente (UNEP).

Acompanhado pelos seus filhos Lola e Wolf, Jason Momoa disse que a Terra é "a coisa mais importante", mas "é literalmente um contentor em chamas que todos os dias tentamos apagar", pelo que é necessário "parar de falar e começar a agir" na luta contra as alterações climáticas e a poluição dos oceanos.

Momoa, que também está em Portugal para filmar o décimo filme de Fast & Furious, visitou no domingo a praia de Carcavelos, onde argumentou que "a hora de agir é agora", numa altura em que os oceanos "estão em apuros".

"Combinamos o trabalho e a dedicação com a esperança de poder mudar", disse o ator, encerrando um dos eventos paralelos da conferência.