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Espanha exige a partir desta segunda-feira um teste PCR negativo aos passageiros que entrem no país por via aérea ou marítima procedentes de países de risco por coronavírus, que terá que ser realizada no máximo 72 horas antes da sua chegada.

Espanha considera países de risco as nações com uma incidência acumulada nos últimos catorze dias superior aos 150 casos por cada 100.0000 habitantes, 65 na atualidade, 28 da União Europeia e 37 extracomunitários. A lista vai ser atualizada a cada quinze dias.

As medidas que entram em vigor esta segunda-feira juntam-se aos controlos já realizados a todos os passageiros internacionais nos pontos de entrada, como controlo de temperatura, controlo visual e documental, segundo a norma estabelecida pelo Ministério da Saúde.

A partir desta segunda, os passageiros que chegam aos aeroportos espanhóis devem-se dirigir aos balcões de controlo com os cartazes "foreign health authority" e entregar os PCR.

Caso não tenham o teste consigo, podendo ser sancionados, terão que fazer o teste de antigénio em zonas habilitadas para tal nos próprios aeroportos, onde obterão o resultado dentro de aproximadamente uma hora.

Se der negativo, poderá continuar com a sua viagem com normalidade, e se der positivo serão ativados os protocolos de alerta sanitário estabelecidos para o encaminhar para um centro médico.

Os passageiros que mostrem o seu PCR negativo poderão abandonar o aeroporto, exceto se os outros controlos detetarem algum sintoma ou suspeita de covid-19, em cujo caso terão que fazer um teste rápido de antigénios nos mesmos aeroportos.

As agências de viagem, operadoras turísticas e as companhias de transporte aéreo ou marítimo e qualquer outro agente que comercialize bilhetes deverão informar os passageiros da necessidade de fazer teste e que seja negativo.

Espanha regista desde o início da pandemia 1.556.730 de casos de coronavírus confirmados com testes de diagnóstico e 42.619 mortos.