EFETóquio

The Legend of Zelda, uma das séries mais queridas dos videojogos, completa 35 anos neste domingo num momento agridoce para eventos com multidões devido à pandemia e sem grandes anúncios que augurem celebrações.

Desenvolvido pelos veteranos Shigeru Miyamoto e Takashi Tezuka, da japonesa Nintendo, The Legend of Zelda foi originalmente lançado na terra do sol nascente a 21 de fevereiro de 1986 para a Family Computer Disk System, um periférico para a consola Famicom que foi caracterizado pelo uso de disquetes.

A edição original do disquete amarelo, menos lembrada do que o cartucho que chegaria um ano depois ao mercado internacional da Nintendo Entertainment System (NES), revolucionou a experiência dos seus jogadores, ao incorporar pela primeira vez uma bateria interna que permitia guardar o jogo e continuar depois.

A Nintendo conseguiu tirar proveito de uma série baseada numa maldição que leva os seus protagonistas, o herói Link, a princesa Zelda e o vilão Ganon, a reencarnar-se uma e outra vez para travar uma batalha eterna entre o bem e o mal que deu origem a uma das mais complexas cronologias do entretenimento digital.