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A vice-presidente e diretora-geral da Amazon para Itália e Espanha, Mariangela Marseglia, deu as "boas-vindas" ao acordo alcançado pelo G7 para uma reforma fiscal global, em oposição de "decisões unilaterais" que alguns países adotaram que, na sua opinião, criam "certas distorções".

Marseglia referiu-se esta quarta-feira ao acordo entre os ministros das Finanças dos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, França, Canadá, Itália e Japão para um imposto mínimo global de 15%, que deverá ser discutido em julho na reunião dos ministros da mesma pasta do G20 em Veneza.

Num discurso durante um fórum económico em Espanha, Marseglia considerou que as decisões "unilaterais" adotadas por "alguns países e governos" geram "certas distorções", tendo em conta que se podem acordar coisas distintas.

A responsável da Amazon reconheceu que por vezes os regulamentos existentes "não estão atualizados" e elogiou as alterações na regulamentação e legislação, especialmente as alinhadas com os ministros das finanças do G7 e em oposição às alterações unilaterais.

Contudo, não quis comentar o conteúdo do acordo até ter examinado os documentos a serem decididos no G20 em julho.