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A vice-presidente da Iberostar, Sabina Fluxá, pediu esta terça-feira uma "maior coordenação internacional" para os fluxos de turistas e ressaltou que o setor "não pode depender" de uma vacina contra o coronavírus.

Fluxá admitiu que "esperam meses duros", pelo que pediu, numa intervenção num congresso, uma "maior coordenação internacional, com acordos transnacionais, planos de apoio ao setor e protocolos internacionais como os corredores seguros".

A cadeia hoteleira com sede em Maiorca, que opera 103 hotéis em 20 países, todos encerrados durante quatro meses, tem atualmente abertos entre 45% e 50% dos seus estabelecimentos em todo o mundo, segundo dados da vice-presidente da companhia.

Uma das estratégias do grupo na crise atual foi a formação de um conselho assessor formado por especialistas em saúde e epidemiologia para criar um protocolo com mais de 103 medidas em todos os hotéis e uma "aposta pela qualidade", disse Fluxá.