EFENova Iorque

Grandes empresas como a Apple, Whole Foods (propriedade da Amazon), Target ou Walmart decidiram fechar algumas de suas lojas localizadas em áreas dos Estados Unidos (EUA) atingidas por protestos contra o racismo e a brutalidade policial, com danos e saques significativos, que travaram algumas das reaberturas após o encerramento forçado pela pandemia.

As empresas vão fechar temporariamente as suas lojas ou irão ajustar o seu horário para acompanhar o recolher obrigatório vigente em algumas das principais cidades, evitando assim mais danos causados ​​pelos tumultos de rua desencadeados após a morte em Minneapolis (Minnesota) de George Floyd, cidadão afro-americano que estava desarmado e que um polícia sufocou com o joelho até a morte.

Esses protestos forçaram boa parte das lojas a reorganizar os seus planos de reabertura e, no caso da Whole Foods, levaram a fechar temporariamente todos os supermercados em Minneapolis, Los Angeles e Chicago e a suspender a entrega a domicílio de uma das suas principais lojas em Nova Iorque, localizadas no Bryant Park.

A Amazon também paralisou ou reorganizou as suas entregas de mercadorias nessas cidades com o objetivo de garantir a segurança dos seus trabalhadores, como declararam em comunicado.