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O grupo dinamarquês de brinquedos Lego faturou 847 milhões de euros no primeiro semestre do ano, mais 140% que no mesmo período de 2020, devido à evolução das vendas ao consumidor, que aumentaram 36% -conseguindo passar dados da indústria de brinquedos-, e às menores restrições pela pandemia.

A empresa, que apresentou esta terça-feira os seus resultados semestrais, aumentou também o seu lucro operacional, que cresceu 104%, passando dos 1.000 milhões de euros, apesar do programa de investimento estratégico atualmente em curso, e registou um aumento da quota de mercado à volta do mundo.

Além disso, as receitas do período rondaram os 3.100 milhões de euros, mais 46% que no primeiro semestre de 2020.

As vendas ao consumidor contribuíram para esses números com um crescimento de 36%, ultrapassando a indústria de brinquedos e impulsionando o crescimento da quota de mercado ao nível mundial e nos principais mercados.

Segundo dados da Lego, os investimentos realizados nos canais digitais impulsionaram as vendas nessas plataformas, que cresceram 50% relativamente ao ano anterior.

Segundo o CEO do grupo, Niels B. Christiansen, os resultados têm sido impulsionados pela "forte" procura pelo seu portfólio, que tem atraído novos construtores à marca, além de menos restrições devido à pandemia.

Nesse sentido, ressalta que as fábricas da empresa "funcionaram ininterruptamente e grande parte das lojas de retalho voltaram a abrir".

Durante a primeira metade do ano, a Lego abriu mais de 60 novas lojas em todo o mundo, 40 delas na China.

Após essas inaugurações, a empresa conta já com quase 740 estabelecimentos.