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O presidente da Seat, Luca de Meo, disse esta terça-feira que se avizinha dentro de dois ou três anos a "tempestade perfeita" para o setor da automoção "pela combinação" de três fatores: o retrocesso do mercado, o maior investimento em I+D e o pagamento de multas multimilionárias pelas emissões poluentes.

De Meo ressaltou no Foro de Nova Economia que os dois ou três próximos anos "vão ser muito desafiantes" para o setor.

Sobre este cenário proposto em médio prazo, o também presidente do Conselho de Administração da Volkswagen Espanha salientou que a sua preocupação é que as marcas que representa têm "muita pressão" devido ao seu peso no setor.

Para o compensar, De Meo disse que terão que gerar "muita liquidez para poder investir" graças à transformação da indústria automobilística do futuro.