EFESevilha

O diretor-geral da Turespaña, entidade responsável pela promoção turística do país ibérico, Miguel Sanz, afirmou esta quinta-feira que a segurança é um dos "grandes atributos do destino Espanha", pelo que os gestores públicos "têm que reforçar e proteger a marca Espanha".

Num congresso em Sevilha, Miguel Sanz explicou que a função da Turespaña durante a pandemia se centrou em transmitir confiança de que Espanha é um destino seguro tanto aos operadores como aos países, e destacou a liderança turística de Espanha no mundo ao receber mais de 84 milhões de visitantes em 2019.

Como destino líder, Espanha também tem de oferecer o melhor nível de serviços, segundo Miguel Sanz, que salientou que o turismo é uma das indústrias mais digitalizadas e uma das primeiras a incorporar avanços tecnológicos.

Sanz recordou que desde a declaração da pandemia a Turespaña tem trabalhado para reforçar a marca Espanha e, neste sentido, indicou que, embora na primeira vaga da pandemia, declarada em março, o turismo fosse um vetor de contágio, na segunda vaga não foi um dos principais motivos graças ao trabalho desenvolvido pelos sectores público e privado para gerar confiança e aplicar protocolos de segurança para evitar infeções por coronavírus.

No entanto, o dirigente da Turespaña lamentou a posição da UE sobre quarentenas e proibições de viagens, pois Espanha entende que estas devem ser o "último recurso", defendendo a criação de modelos de segurança sanitária que permitam a atividade económica, nos quais já estão a ser feitos progressos, disse.