EFEParis

O grupo Renault vendeu 3.753.723 carros em todo o mundo no ano passado, uma queda de 3,4% a respeito de 2018, principalmente devido ao colapso dos mercados argentino e turco e pelo abandono do Irão devido às sanções dos EUA.

Na Europa, as vendas da Renault aumentaram 1,3%, mais uma décima do que o próprio mercado, e os seus 698.723 veículos aí registados representaram 52% do total das suas vendas, pelo que voltaram a ser mais de metade do total, após a exceção de 2018, anunciou a empresa francesa esta sexta-feira.

Isto teve a ver com o desempenho positivo do seu mercado interno em França (+1,3%, 698.727 unidades), Alemanha (+4,9%, 247.155), Itália (+5,6%, 220.403) ou Reino Unido (+6,1%, 109.952).

O principal entrave nestes resultados de vendas veio do Irão, um país que a Renault teve de deixar em agosto de 2018 depois de ter vendido pouco mais de 101.000 automóveis nesse ano.

Mas também veio da Argentina, com uma queda de 44%, a 63.453 carros, num contexto económico e político muito difícil. Este país sul-americano deixou de ser o nono país mais importante do grupo em 2018 para ser o décimo sexto um ano depois.

Algo semelhante aconteceu na Turquia, com uma caída de 26,5%, a 85.055 carros. Passou do oitavo mercado para a companhia em 2018 para décimo segundo em 2019.