EFEMérida

Após as últimas chuvas, as barragens estremenhas do Tejo têm 3.722 hectómetros cúbicos e suas reservas ao 58,8%, um 2% mais que há uma semana, enquanto os do Guadiana armazenam 4.172,9 hectómetros cúbicos, o 51,7% e um 0,4% menos, informaram esta semana as confederações hidrográficas.

No seu conjunto, as duas conchas que abastecem a Extremadura - Tejo e Guadiana - estão ao 52,6% da sua capacidade, que é de 20.417 hectómetros cúbicos, já que armazenam 10.749,2 hectómetros cúbicos.

El pântano estremenho da bacia do Tejo que tem uma maior quantidade de água embalsada é o de Alcántara, com 1.853,9 hectómetros cúbicos, 58% da sua capacidade, que é de 3.160 hectómetros cúbicos.

Nesta relação lhe seguem o de Valdecañas, com 693,1 hectómetros cúbicos (47,9% da sua capacidade); o de Gabriel e Galán, com 529 (58%); o de Cedillo, com 241,1 (92,6%); e o de Torrejón, com 168,5 (88%).

Pelo contrário, os açudes estremenhos do Tejo que contam com uma menor quantidade de água embalsada são os de Salor, com 8,24 hectómetros cúbicos, o que representa 65,3% da sua capacidade; Portaje, com 12,9 hectómetros cúbicos, 56,5%; Guijo de Granadilla, com 11,8 (84,6%) e Cáceres-Guadiloba, com 12,3 (60%).