EFEMérida

O Teatro Romano de Medellín, uma das extensões do Festival Internacional de Teatro Clássico de Mérida, vai receber este fim de semana as representações da "louca, louca história de Ben-Hur", da companhia Yllana; "Esquilo", de El Brujo; e "Hipólito", da companhia extremenha Maltravieso Teatro e a Almeda Producciones.

Os clássicos regressam a Medellín pelo sexto ano consecutivo com uma das três extensões do Festival de Mérida, junto ao Teatro Romano de Regina, ambas na província de Badajoz, e à da jazida arqueológica de Cáparra, na província de Cáceres.

Assim, esta localidade de Vegas Altas vai receber, no seu teatro romano, três obras que se estrearam no ano passado com sucesso de público e crítica na 64ª edição do Festival de Mérida e que continuaram a colher o aplauso do público nas suas respetivas excursões por Espanha e em alguns casos fora, como é o caso de "Hipólito", que passou pelo Festival Internacional de Teatro Antigo Grego do Chipre.

A primeira obra a chegar a Medellín é "A louca, louca história de Ben-Hur", que será representada na próxima sexta-feira, 19 de julho, uma criação da companhia Yllana, dirigida por David Ottone e Juan Ramos Toro, com uma versão de Nancho Novo.

Yllana oferece nesta montagem uma "disparatada, arruaceira e divertidíssima" versão do mítico filme de Ben-Hur de 1959, com um grande elenco formado por Víctor Massan, Fael García, Agustín Jiménez, Richard Collins-Moore, Elena Lombao e María Lanau, destacou o Festival de Mérida em comunicado.

Quem também vai levar E também risos levará até o teatro / cinema romano metellinense Rafael Álvarez "El Brujo", no dia seguinte, com o seu "Esquilo, nascimento e morte da tragédia", um espetáculo no qual oferece o olhar de um comediante / cômico espanhol sobre a tragédia grega, um comediante / cômico que sobreviveu e sobrevive para fazer rir constantemente ao seu público.

A programação deste ano do Festival de Mérida em Medellín se fecha com a tragédia de Hipólito de Eurípides, levada a cena pela companhia estremenha Maltravieso Teatro / cinema e a Almeda Producciones.

Dirigida por Emilio de el Valle, quem firma / assinatura a adaptação do texto junto a Isidro Timón, transfere à cena o enfrentamento entre o amor que sente Fedra por Hipólito, que lhe levará ao suicídio.