EFEOliva de Plasencia (Cáceres)

A obra "Viriato", do extremenho Florián Recio, seduziu este sábado os espectadores na jazida romana de Cáparra com uma reflexão sobre a guerra e a obrigação do ser humano de procurar, por meio do diálogo e da razão, a paz definitiva, através da figura mais humana do caudilho lusitano que enfrentou Roma.

A quarta e última proposta da extensão de Cáceres do 65º Festival Internacional de Teatro Clássico de Mérida, Viriato, com lotação esgotada, chegou a Cáparra pelas mãos da companhia extremenha "Verbo Producciones" e sob a direção de Francisco Carrillo.

O elenco está liderado por Fernando Ramos, encarregado de dar vida ao caudilho lusitano, e conta também com Ana García, Pedro Montero, Manuel Menárguez, David Gutiérrez, Jesús Manchón, Juan Carlos Tirado, Paca Velardiez e José Ramos.

Para este Viriato, parte-se de um texto inédito do dramaturgo extremenho Florián Recio, que defende a necessidade de contar a vida desta personagem histórica, do qual só se conhece a sua parte de mito, criada após a sua morte, desconhecendo-se até o seu lugar de nascimento.