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A farmacêutica anglo-sueca AstraZeneca admitiu esta terça-feira que um estudo do seu tratamento com anticorpos monoclonais -AZD7442- não cumpriu com o principal objetivo de prevenir a covid-19 sintomática em participantes recentemente expostos ao vírus SARS-CoV-2.

A empresa indicou em comunicado que os participantes neste teste eram maiores de 18 anos que não tinham sido vacinados e que tinham estado expostos a uma pessoa com coronavírus num período de oito dias.

Os AZD7442 reduziram o risco de contrair covid-19 sintomática em 33% comparativamente com um placebo, algo que não foi estatisticamente significativo, segundo a companhia.

O especialista em Pediatria da Escola de Medicina da Universidade do Colorado Myron Levin ressaltou no comunicado a importância de contar com tratamentos para pessoas que não podem ser vacinadas contra a covid-19.

O tratamento com anticorpos monoclonais pertence a um grupo de fármacos que simulam os anticorpos naturais que o corpo produz para lutar contra uma infeção.