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Itália atribuiu ao barco da ONG espanhola Open Arms, com 150 migrantes a bordo e há dez dias à espera, o porto de Palermo, na ilha da Sicília, para que possam desembarcar e serem depois transladados a um navio de passageiros para um período de quarentena.

O navio Open Arms tinha resgatado 278 migrantes, entre eles 50 menores não acompanhados, em várias operações no Mediterrâneo central entre 8 e 11 de setembro.

Nos últimos dois dias, cerca de 125 ocupantes atiraram-se ao mar face ao desespero e na tentativa de chegar a Palermo a nado, sendo salvos pela Guarda Costeira italiana.

Itália tinha autorizado o barco Open Arms que se aproximasse da costa de Palermo para procurar abrigo do mau tempo e esperar por uma decisão após a rejeição de Malta.