EFEWashington

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse esta terça-feira que não tem confirmação dos supostos problemas de saúde do líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, mas mostrou simpatia e desejou-lhe "o melhor".

"Esta é uma informação que foi divulgada e que nós não sabemos. Tenho uma relação muito boa com ele. E só posso dizer isso, desejo-lhe o melhor", disse Trump numa conferência de imprensa na Casa Branca.

"Temos um bom relacionamento, se alguém estivesse nessa posição (referindo-se à presidência dos EUA), estaríamos em guerra (com a Coreia do Norte) agora mesmo", acrescentou.

O presidente dos EUA aproveitou ainda a ocasião para criticou a rede de televisão CNN, que divulgou que Kim estaria num estado de saúde "muito grave" com base numa fonte não identificada. Trump, que vive em pé de guerra com a emissora, minimizou a notícia por ter sido divulgada por esta.

Nesta segunda-feira, a "CNN" e o "Daily NK", um jornal sediado em Seul com uma extensa rede de contatos na Coreia do Norte, informaram que Kim (que tem entre 36 e 37 anos, o número oficial é desconhecido) pode ter sido submetido a uma cirurgia cardíaca e estar em estado grave.

O "Daily NK" cita uma única fonte que garante que o líder norte-coreano "recentemente submeteu-se a uma cirurgia cardíaca" devido a "tabagismo, obesidade e fadiga".

Por sua vez, a "CNN" disse que "os EUA estão a confirmar informações de que o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, está em sério perigo após uma cirurgia", sem dar mais detalhes.