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A União Europeia não vai renovar os contratos para a compra de vacinas à empresa farmacêutica anglo-sueca AstraZeneca e à americana Johnson & Johnson devido aos supostos efeitos secundários que causaram, informou hoje o jornal italiano "La Stampa".

Segundo o jornal, que cita uma fonte do Ministério da Saúde italiano, "a Comissão Europeia, de acordo com os líderes de muitos países, decidiu que no vencimento dos contratos vigentes para o ano em curso, aqueles com empresas que produzem vacinas de vetores virais não serão renovados".

O objetivo, explica o jornal, é concentrar-se nos soros de RNA mensageiro, que transporta instruções para a produção da proteína Spike utilizada pelo coronavírus, permitindo ao corpo produzir anticorpos específicos e imunizar-se a si próprio, utilizado pelas vacinas da Pfizer e da Moderna, que até agora têm dado mais segurança.