EFELisboa

Portugal notificou esta quarta-feira 979 contágios, o quarto dia consecutivo que este indicador se mantém abaixo dos mil, e 41 mortos, segundo o balanço da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Ao todo, desde o início da pandemia, Portugal registou 806.626 casos confirmados e 16.430 falecidos.

Os casos ativos reduziram-se pelo 31º dia consecutivo, e estão agora em 64.797, o dado mais baixo desde princípios de novembro.

A caída dos números também se sente nos hospitais, onde os dados de pessoas internadas continuam a baixar: há agora 1.827, menos 170 face ao dia anterior.

Estão nas unidades de cuidados intensivos 415 pacientes (menos 31), o dado mais baixo desde 15 de novembro.

Portugal está confinado desde 15 de janeiro, e o Governo vai apresentar o seu plano de desconfinamento no próximo 11 de março, embora se preveja que o fecho seja mantido durante todo o mês.

A Sociedade Portuguesa de Pediatria solicitou hoje a abertura urgente das escolas -estão fechadas desde 22 de janeiro-, especialmente nas idades mais jovens, apesar de ter também alertado para os efeitos que o fecho pode ter na saúde mental dos adolescentes.

O Executivo já assinalou que planeia começar o desconfinamento com a abertura das escolas, mas desconhece-se o calendário previsto.

Enquanto isso, continua o processo de vacinação do país, onde já estão totalmente imunizadas 266.716 pessoas e outras 351.677 receberam a primeira dose.

A vacinação começou com os trabalhadores de saúde e utentes e funcionários de lares de idosos, e prossegue agora com os idosos de mais de 8o anos, os maiores de 50 com patologias de risco e os "serviços essenciais" do Estado, como forças de segurança, bombeiros e alguns cargos públicos.

A ministra da Saúde, Marta Temido, revelou na noite de terça numa entrevista com a SIC que está a ser estudada a possibilidade de incluir os professores entre os grupos prioritários da vacinação.