EFELisboa

"Ninguém pede um cheque em branco", afirmou esta quarta-feira o primeiro-ministro português, António Costa, que disse ter a consciência tranquila porque fez tudo o que estava "ao seu alcance" para conseguir aprovar o Orçamento de 2022 e evitar que Portugal realize eleições antecipadas.

"Fiz tudo o que estava ao meu alcance para assegurar a viabilidade deste orçamento, sem aceitar o que em consciência não considero que o país podia suportar", disse Costa durante o seu discurso no Parlamento.

"O Governo cumpriu a sua parte", ressaltou o primeiro-ministro, o último a ter a palavra no debate sobre o Orçamento de 2022 que será votado hoje na Assembleia.

Caso se cumprirem as intenções de voto anunciadas pelos distintos partidos durante o debate, o projeto será chumbado e Portugal estará mais perto de eleições antecipadas.