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O presidente do Parlamento venezuelano, Juan Guaidó, que em janeiro se autoproclamou presidente interino do país, declarou que caso o governo de Nicolás Maduro se opuser à entrada de medicamentos e alimentos doados por outros países, uma rede de voluntários irá para as fronteiras para abrir esse "canal humanitário".

"Se eles se atreverem a continuar a bloquear caminhos, a obstaculizar a vida dos venezuelanos, então todos os voluntários vão abrir o canal humanitário", disse o líder opositor num ato político realizado na Universidade Central da Venezuela (UCV), em Caracas.

Guaidó anunciou que vai começar este sábado a "organização do mais nobre movimento", em alusão a uma rede de voluntários que reúne pessoas que desejam trabalhar gratuitamente na distribuição de medicamentos e comida na Venezuela.