EFEGenebra

O número de mortes causadas pela COVID-19 em todo o mundo é agora 985.823, depois de terem sido registados 6.300 novos óbitos nas últimas 24 horas, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), que acredita que a barreira de 1 milhão será ultrapassada dentro dos próximos três dias.

Os casos globais de infeção pelo coronavírus totalizam 32,4 milhões, 303 mil a mais do que o dia anterior. O número diário é o segundo maior desde o começo da crise sanitária.

A América tem 16,1 milhões de casos e 543 mil mortes, enquanto o Sul da Ásia registou 6,6 milhões de infeções e 109 mil vítimas do vírus SARS-CoV-2.

A Europa completa o trio de regiões mais afetadas pela pandemia, que representam 85% de contágios e de mortes de todo o planeta, com 5,6 milhões de casos e 234 mil óbitos.

O Velho Continente apresentou este sábado o maior número de novos casos até agora neste ano, com quase 80 mil, o dobro do máximo registado durante os meses de confinamento, embora a mortalidade seja até dez vezes menor nesta segunda vaga.

Os Estados Unidos continuam a ser o país com mais notificações de infeção, 6,9 milhões, seguido pela Índia (5,9 milhões), Brasil (4,6 milhões) e Rússia (1,1 milhão). A Argentina é nona colocada neste ranking, mas é quem apresenta a curva de contágio mais alta neste momento.

Até agora, 24,2 milhões de pessoas foram consideradas curadas do coronavírus, o que representa 75% dos casos relatados. Dos mais de 7 milhões considerados ativos, cerca de 63 mil pacientes estão em estado grave ou crítico, ou seja, 1% do total, uma percentagem que se tem mantendo estável nos últimos três meses.