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O julgamento dos líderes independentistas catalães continuou hoje em Madrid com a alegação inicial do procurador Javier Zaragoza, que afirmou que "ninguém é ou foi perseguido pelas suas ideias, mas sim pelas suas ações".

O objeto deste julgamento "não é o independentismo" mas "os gravíssimos fatos" que aconteceram em setembro e outubro de 2017, quando o Governo regional catalão organizou um referendo ilegal e depois proclamou a independência, ressaltou Zaragoza.

As palavras do procurador chegam após alguns advogados de defesa terem afirmado ontem que o julgamento tem um cariz "político" contra o independentismo e que se está a violar os direitos fundamentais dos acusados.