EFEBruxelas

A União Europeia pisou no acelerador na negociação para chegar a um passaporte de vacinação antes do início do verão, com o objetivo de evitar um segundo verão consecutivo com a mobilidade gravemente restrita devido à pandemia de coronavírus.

O Parlamento e o Conselho (os países) são as duas instituições que devem agora negociar o formato e as caraterísticas deste documento para o qual a Comissão Europeia apresentou a sua proposta no dia 17 de março, após o interesse demonstrado, em particular, por vários Estados-Membros mais dependentes no turismo.

Dependendo do projeto apresentado, o certificado vai ser gratuito, pode ser apresentado em formato eletrónico -com código QR- ou em papel -com código de barras- e vai estar disponível em inglês e na língua oficial do país que o emite.

O documento conteria informações sobre se o seu portador recebeu a vacina contra o coronavírus, gerou anticorpos após a transmissão da doença ou tem PCR negativo recente, sendo este último um dos critérios que muitos países exigiram aos viajantes nos últimos meses.