Lisboa, 23 de Janeiro (EFE) - Novos recorde de mortes e contágios e filas de ambulâncias à entrada dos hospitais marcam o dia de reflexão das eleições presidenciais em Portugal, um país que atravessa um momento crítico da pandemia do coronavírus e que permitirá aos seus cidadãos saírem do seu confinamento para irem às urnas.

O país é líder mundial em mortes e novas infecções por milhão de habitantes, segundo dados da Universidade de Oxford, e vive à beira do colapso sanitário, com filas de ambulâncias à espera de uma cama para deixar os doentes que transportam, vistas nas últimas horas em Lisboa.

É a imagem de um país no limite, que este sábado ultrapassou a barreira das 10.000 mortes desde que a pandemia começou e que, depois de adicionar os novos registos de 274 mortes e mais de 15.000 infecções nas últimas 24 horas, está prestes a abrir um parêntese na regra de "ficar em casa".