EFELisboa

A feira de arte contemporânea ARCO Lisboa encerra este domingo a sua V edição com um "balanço positivo" no regresso ao formato presencial depois da pandemia, que reuniu perto de 11.000 pessoas, número similar ao da edição de 2019.

A organização do evento destacou "o bom nível" de vendas e qualidade artística registado por galerias como as portuguesas Lado Cortês, Bruno Múrias e Galeria 111, a espanhola Elvira González ou a francesa Double V.

"Desde o primeiro dia confirmou-se o otimismo de colecionistas e instituições, que fecharam numerosas aquisições", indicou em comunicado a IFEMA Madrid, que organiza este encontro juntamente com a Câmara de Lisboa.

Além disso, acrescentou que este evento, a principal feira de arte contemporânea de Portugal, "se consolida" como um "instrumento essencial para a visibilidade de artistas portugueses junto de instituições internacionais e colecionistas vindos da Europa e América".

Esta edição, que se realizou em Lisboa de 19 a 22 de maio no emblemático edifício Cordoaria Nacional, marcou o regresso ao formato presencial depois de duas edições digitais por causa da pandemia de coronavírus.