Los Angeles (EUA), 31 jul (EFE) - Hollywood assiste a uma batalha épica: Scarlett Johansson, uma das actrizes mais bem pagas, processou a gigante Disney pelo lançamento de "Black Widow" nas salas de cinema e na televisão. Um conflito que é apenas a ponta do iceberg da viragem radical que a indústria cinematográfica está a tomar.

Primeiro foram os proprietários dos cinemas, depois os realizadores, e agora é a vez dos actores. Uma grande parte do mundo do cinema não concorda com a aposta que os grandes estúdios estão a fazer na televisão, acelerada pela pandemia.

Johansson, que protagonizou o último filme da Marvel, processou a Disney na quinta-feira por quebra de contrato, alegando que o acordo que tinha feito com o estúdio garantia um lançamento exclusivo nos cinemas e que grande parte do seu salário se baseava em receitas de bilheteira.