Los Angeles (EUA), 25 de Abr (EFE) - "Nomadland" confirmou a sua aura de favorito e triunfou nos Óscares da pandemia, onde esta reflexão poética sobre a crise do capitalismo levou o prémio de melhor filme e com o qual o seu realizador, a chinesa Chloé Zhao, e a sua protagonista, Frances McDormand, fizeram história.

Zhao tornou-se a segunda mulher em 93 edições dos Óscares a ganhar o prémio de melhor realizadora, um logro anteriormente alcançado apenas por Kathryn Bigelow com "The Hurt Locker" (2008).

Pela sua parte, McDormand pontuou a sua terceira estatueta como melhor actriz após "Fargo" (1996) e "Three Billboards Outside Ebbing, Missouri" (2017), algo que anteriormente só tinha sido conseguido por lendas como Meryl Streep, Ingrid Bergman (três Óscares cada) e Katharine Hepburn (quatro prémios no total).